Como calculamos
M = C × (1 + i)ᵗ + aportes capitalizados mês a mês
- Capitalização mensal; a taxa anual é efetiva e convertida por (1 + i)^(1/12) − 1.
- Aportes no fim de cada mês. No modo "Aporte corrigido", reajustados pela inflação a cada 12 meses.
- Valor de hoje = saldo ÷ (1 + inflação) acumulada no período.
- Sem imposto de renda, taxas ou come-cotas.
Simples × compostos
R$ 1.000 aplicados a 10% a.a., sem aportes.
| Prazo | Juros simples | Juros compostos |
|---|---|---|
| 10 anos | R$ 2.000 | R$ 2.594 |
| 20 anos | R$ 3.000 | R$ 6.727 |
| 30 anos | R$ 4.000 | R$ 17.449 |
Perguntas frequentes
Qual é a fórmula dos juros compostos?
M = C × (1 + i)^t, com M o montante, C o capital inicial, i a taxa por período e t o número de períodos. Com aportes mensais, soma-se o valor futuro de cada aporte — é o que a calculadora faz mês a mês.
Como a taxa anual vira taxa mensal?
A taxa informada é tratada como efetiva anual e convertida pela equivalência (1 + i)^(1/12) − 1. Assim, 12 meses sem aportes rendem exatamente a taxa anual.
Qual a diferença entre valor nominal e valor real?
Nominal é o número de face no futuro. Real é esse montante descontada a inflação acumulada, ou seja, em poder de compra de hoje. Rendendo 10% a.a. com inflação de 10% a.a., o ganho real é praticamente zero.
Por que reajustar o aporte pela inflação?
Um aporte fixo perde valor real todo ano. No modo "Aporte corrigido" o aporte sobe pela inflação a cada 12 meses, mantendo constante o esforço de poupança em valor de hoje.
A simulação considera imposto de renda?
Não. O resultado é bruto de IR e de taxas. Para renda fixa tributada, use a taxa líquida esperada (por exemplo, descontando a alíquota da tabela regressiva).